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Convento do Carmo – Expresso Economia

Artigo Expresso Economia | 09 Novembro 2020

 

Fortera transforma Convento do Carmo em apartamentos

Investimento soma 10 milhões de euros

O grupo Fortera vai transformar o Convento do Carmo, em Braga num complexo com 70 apartamentos a que junta alguns serviços, num investimento de €10 milhões. As obras no convento, fundado em 1564, arrancam no próximo ano, devendo estar concluídas em 2023, anunciou o grupo esta segunda-feira. Localizado em zona ARU, a poucos passos do mercado de Braga, no centro histórico da cidade, o projeto inclui, também, bar, piscina, restaurante, ginásio, salão e espaços exteriores. 
Será uma nova vida para um espaço que nasceu como convento, mas também já foi hospital militar, colégio e espaço de lazer e recreação. E o objetivo do grupo Fortera é “preservar a magia do lugar”, diz o seu presidente executivo, Elad Dror.

O Grupo Fortera, especializado no segmento de luxo, anunciou um investimento global de €250 milhões em pipeline, que inclui o empreendimento Skyline, em Vila Nova de Gaia, uma obra de €100 milhões com assinatura do arquiteto Souto Moura. Nos últimos quatro anos, a empresa concluiu 9 projetos imobiliários em Gaia, Porto e Espinho, correspondentes a investimento de €21 milhões, sendo que em 2019 o valor investido em aquisições totalizou €45 milhões.

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Grupo israelita Fortera investe €80 milhões em Gaia


Grupo israelita Fortera investe €80 milhões em Gaia

Projeto inclui um hotel, um centro de congressos e apartamentos

“O projeto Skyline é único e junta em dois edifícios um ecossistema de comércio, serviços, residencial, hotelaria e lazer”, afirma Elad Dror, administrador executivo e um dos fundadores do grupo Fortera, de capitais israelitas. A “jóia do projeto é um centro de congressos e exposições que permitirá transformar Gaia numa cidade central com instalações para grandes eventos e exposições”, acrescenta Elad Dror. O Skyline, que será servido por 600 lugares de estacionamento, foi projetado para a Rua General Torres, nas traseiras da Câmara Municipal de Gaia, num terreno de 26 mil metros quadrados, com possibilidade de construção de 45 mil metros quadrados acima do solo. O projeto terá duas fases de construção: um hotel de 260 quartos, que também terá apartamentos, num edifício de 20 andares. Uma segunda fase será “um centro de congressos para duas mil pessoas, servido por uma praça e comércio, para valorizar a atividade de lazer”. “No total, serão 16 mil metros quadrados de escritórios e 10 mil metros quadrados destinados a área residencial e comercial”, acrescenta Elad Dror.
SOUTO DE MOURA NA CORRIDA
A arquitetura do centro de congressos e do hotel deverá ser da autoria de Souto de Moura, porém Elad Dror não assume a escolha. “Será um dos arquitetos mais importantes do país, estamos a desenhar o acordo e iremos anunciar a decisão brevemente”, afirma. Como garantia, apenas a de que “será um projeto emblemático para Gaia e também para o Porto e trará uma grande mudança, criará muitos empregos, colocando a região no mapa das grandes exposições e congressos mundiais”. O investimento, de €80 milhões, “será suportado por capitais próprios”, garante o administrador do Fortera, que tem outros investimentos no Norte do país. Com a comercialização do metro quadrado entre os €3 mil e os €5 mil, o Fortera espera entregar até ao final do ano mais 60 apartamentos, divididos entre Porto, Gaia e Espinho. Algumas destas habitações “resultaram de alterações em projetos hoteleiros, que foram convertidos em unidades residenciais, com maior importância para a área externa, com a inclusão de terraços, que agora são essenciais” devido à pandemia. “Concluímos, entre 2016 e 2019, nove projetos, com um investimento total de aproximadamente €21 milhões, e investimos outros €45 milhões em aquisições durante 2019. O investimento total que temos atualmente em pipeline é de mais de €250 milhões”, afirma. Elad Dror não deixa de criticar as restrições que se preparam para o regime de vistos gold. “É exatamente o oposto do que se deveria fazer e será um desastre para a economia”, antecipa. O administrador garante que o grupo Fortera “está ‘desalavancado’, com pouca exposição bancária”, pelo que prevê que a construção do Skyline arranque já em 2021, numa obra que “levará aproximadamente dois a três anos a terminar”.
DIFICULDADES ATÉ SETEMBRO DE 2021
Para o próximo ano, o administrador reconhece que “os três primeiros trimestres serão difíceis”, mas assume que a atração de investimento externo pode ajudar a movimentar a economia, criar negócios e empregos. “O fundamental não mudou: o clima, as pessoas, a gastronomia e a segurança”, diz. Por isso, garante, o grupo tem em curso “a preparação de dois fundos imobiliários para continuar a investir no mercado residencial, comércio de rua e logística”. Entre os investimentos está a transformação do Convento do Carmo, em Braga, que “será convertido em edifício residencial”, e em Gaia aguarda o licenciamento de três torres para “começar um projeto residencial”, conclui.