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Riverside – Encontrados vestígios arqueológicos perto do Castelo de Gaia

Encontrados vestígios arqueológicos perto do Castelo de Gaia

Foram encontrados vestígios arqueológicos perto do Castelo de Gaia, que se pensa tratar de restos de uma basílica paleocristã datada entre os séculos IV ao IX.

No terreno havia restos de epígrafes, relógios de sol, pilaretes de altar e restos de um portão em mármore.

Assim sendo pretende-se resgatar os achados de forma a poderem ser exibidos pelo valor patrimonial e didático que estes têm, fazendo parte activa da história do concelho.

O objectivo da Fortera é sempre “integrar-se nos locais tentar contribuir não só com a construção, mas também contribuir com as comunidades, neste caso uma descoberta que faz parte da história de Gaia, e tentar aliar o que pode ser o futuro de Gaia com o seu passado” diz o arquitecto Hélder Agostinho.

Este terreno é onde está projectado o empreendimento Riverside.

Fonte: Porto Canal.

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Braga – Melhores lugares para viajar na Europa 2021

Melhores lugares para viajar na Europa 2021

Como todos os anos, centenas de milhares de vocês de mais de 190 países em todo o mundo votaram nos seus melhores destinos europeus.

Para onde você gostaria de ir de férias na Europa assim que for seguro para viajar? Descubra a sua lista de desejos das melhores viagens na Europa, alguns dos melhores destinos sustentáveis da Europa, os melhores destinos para férias na praia ou os melhores destinos para aventuras culturais e gastronômicas e destinos para famílias ou amantes.

Precisa de ainda mais inspiração? Descubra dezenas de outros temas, como as melhores praias da Espanha, as melhores joias escondidas na Turquia, as melhores ilhas da Grécia, as mais belas maravilhas da natureza na Itália…

Por enquanto, fique seguro, viaje online e descubra alguma inspiração para suas próximas férias na Europa.

1. Braga, Portugal

A chamada Roma portuguesa é o seu melhor destino europeu em 2021. Braga tem algo a oferecer a cada um de nós. Braga vai agradar aos amantes da história e da arquitetura. Braga é também um destino obrigatório para os gourmets, mas também para os aficionados das compras (com um dos maiores centros comerciais e uma vasta oferta de lojas independentes no centro da cidade). Braga é também um destino imperdível de espiritualidade, com suntuosas igrejas, mosteiros e santuários.

Incrivelmente romântica  também, Braga é uma das cidades mais felizes da Europa e uma das com melhor qualidade de vida do mundo. Ainda pensando em Covid? Braga foi reconhecido pela OCDE pela resposta rápida e inovadora das autoridades para conter a epidemia protegendo os mais vulneráveis.

Gosta de viajar e está à procura de um local para investir ou se estabelecer? Braga foi eleita o melhor destino para investir na Europa. A cidade também está comprometida com o turismo sustentável e faz parte da rede de cidades com emissão zero de CO2.

Cidade de tradição e modernidade, Braga é dinâmica, espumante, cultural, gastronómica, histórica,… o seu melhor destino europeu em 2021 . Com as suas inúmeras manifestações culturais, os seus grandes encontros, Braga é uma cidade a descobrir em qualquer época do ano. Para famílias, amantes, para uma pausa cultural na cidade ou para fazer compras ou uma escapadela gastronómica, Braga é o destino a visitar.

Confira aqui a lista completa.

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Grupo privado investe 70 milhões de euros em Espinho

Artigo Jornal Notícias

Grupo privado investe 70 milhões de euros em Espinho

O grupo israelita “Fortera” prepara-se para investir cerca de 70 milhões de euros num empreendimento destinado a habitação, comércio, serviços e hotelaria em Espinho. O projeto está pendente do reconhecimento, por parte da autarquia, de empreendimento com interesse público.

De acordo com informação da Câmara Municipal, o empreendimento designado “Espinho Business Center – Novo Centro Empresarial e Turístico na zona sul da cidade” e toda a operação urbanística prevista, “reconfigura toda a zona sul da cidade, dando continuidade ao ReCafe [Requalificação do Canal Ferroviário de Espinho]”.

Terá “grande impacto no desenvolvimento e requalificação do território na parte sul da cidade, entre as Ruas do Golf, Rua 43 e Ribeira de Silvalde”.

Ou seja, deverá nascer junto ao antigo Matadouro Municipal de Espinho e desenvolver-se em todo o espaço livre anexo.

Para além do investimento de 70 milhões de euros, está prevista a criação de 132 postos de trabalho durante a execução e cerca de 150 postos de trabalho após a conclusão.

Contudo, a concretização deste empreendimento terá que ter, na próxima semana, voto favorável da Câmara Municipal no reconhecimento de empreendimento com interesse público estratégico para o município.

Depois desta primeira anuência, o reconhecimento terá que ser submetido à aprovação da Assembleia Municipal.

Diz a autarquia que o projeto do “Grupo Fortera” já recebeu pareceres favoráveis da Comissão de Coordenação da Região Norte, da Agência Portuguesa do Ambiente e da IP-Infraestruturas de Portugal.

“Trata-se de um complexo habitacional e empresarial desenvolvido através de uma nova malha urbana, com grandes áreas de espaços verdes públicos, com um conjunto de infraestruturas que permitem o bem-estar e uma fácil e segura circulação pedonal e automóvel”.

Artigo original.

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Construção, um setor que dá sinais de estar resiliente à Covid-19

idealista News

Construção, um setor que dá sinais de estar resiliente à Covid-19

Banco de Portugal, por exemplo, destacou a “assinalável resiliência” do setor, que conseguiu manter-se “insulado dos fortes impactos negativos da crise pandémica”.

Portugal perdeu com a pandemia, entre o primeiro e terceiro trimestre do ano, 66.000 empregos (em termos líquidos). O setor da construção parece ter escapado, no entanto, a esta tendência, tendo dado sinais de resiliência: foram criados 5.300 empregos durante esse período. Os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), conhecidos em novembro foram ao encontro dos divulgados um mês antes pelo Banco de Portugal (BdP), que considerou que o setor da construção está a mostrar uma “assinalável resiliência”, conseguindo manter-se “insulado dos fortes impactos negativos da crise pandémica”.

O que se disse sobre o setor

Sobre este tema, David Marques, CEO e sócio fundador da Detailsmind, empresa dedicada ao mercado da construção e reabilitação em Portugal, disse que o setor da construção, e quase numa espécie de contraciclo, tem-se destacado ao longo de todo este período pelo seu desempenho positivo e pela forma como tem conseguido “escapar” à crise. “O mercado dá sinais de querer recuperar a sua dinâmica anterior”, mantendo-se “as intenções de execução de projetos em várias áreas”, contou, em entrevista ao idealista/news. Para Manuel Reis Campos, presidente da presidente da Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI), os projetos lançados a concurso no âmbito do Plano Nacional de Investimentos (PNI) 2030, no valor de quase 43 mil milhões de euros, têm de ter em conta a capacidade e habilitação do tecido empresarial nacional. O responsável defendeu que as “empresas têm de saber com o que podem contar e ter igualdade de circunstâncias para competir com as concorrentes estrangeiras”. O mesmo Manuel Reis Campos referiu, no entanto, que é importante ter os pés bem assentes no chão. Isto devido à incerteza económica que uma segunda vaga da pandemia pode trazer. Antes, em agosto, disse que é “no investimento público e privado que reside a chave” do futuro coletivo do setor da construção.

Licenciamentos e custos de construção

No terceiro trimestre de 2020, ou seja, meses de verão e em plena pandemia, o número de edifícios licenciados e concluídos em Portugal aumentou 2,8% e 1,5% respetivamente, em termos homólogos. Dados do INE revelam que, entre julho e setembro, foram licenciados 5.900 edifícios e concluídos 3.700. No que diz respeito aos custos de construção de habitação, aumentaram 2,2% em outubro de 2020 face ao mesmo mês do ano passado, segundo o ONI. Uma subida homóloga idêntica à registada, de resto, em setembro.

Empreendimentos nascem em pandemia

Foram vários empreendimentos – sobretudo residenciais – que foram notícia ao longo do ano, ou porque iam ser lançados e/ou comercializados, ou porque estavam já a ser construídos ou porque estavam a ser projetados. Isto num cenário de pandemia do novo coronavírus, o que mostra que o setor da construção não parou, conforme escrevemos no final de junho, quado escrevemos que o setor imobiliário e da construção fechou o mês de maio quase totalmente operacional, com 97% das empresas destas atividades a funcionar. Uma ideia, de resto, também deixada antes, em abril, e depois, em setembro.

Reabilitação em tempos de crise

Apesar de todos os projetos imobiliários em curso, a oferta de habitação nova em Portugal está a crescer a um ritmo (muito) lento. O país está a conseguir construir e acabar uma média inferior a 1,5 habitações novas por cada mil habitantes, sendo atualmente o mercado europeu com o “plafond” mais reduzido, em causa está um estudo do do Ifo – instituto de investigação económica da Alemanha. A reabilitação urbana, a par da construção nova, voltou a dar que falar em 2020, sendo muitos os imóveis que ganharam “uma segunda vida”, como por exemplo a antiga faculdade Moderna, em Lisboa, e o antigo Matadouro do Porto. Importa dizer, a este propósito, que o Instrumento Financeiro de Reabilitação e Revitalização Urbana (IFRRU) 2020 conseguiu aumentar a sua execução nos últimos meses, marcados pela pandemia da Covid-19, tendo chegado aos 248 contratos assinados, num investimento de 704 milhões de euros em reabilitação integral de edifícios e melhoria do seu desempenho energético, anunciou, em setembro, o Ministério das Infraestruturas e Habitação.

Como tornar as casas mais eficientes

Com o objetivo de ajudar a tornar as casas mais eficientes, preparámos um dossier especial no qual explicamos, por exemplo, como é possível ter lares mais saudáveis, confortáveis, económicos e amigos do ambiente e quais são os apoios financeiros concedidos pelo Governo às famílias. Artigo completo: aqui.
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O futuro do turismo em Portugal depois do COVID-19

Photo by Claudio Schwarz | @purzlbaum on Unsplash
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O futuro do turismo em Portugal depois do COVID-19

O boom do turismo em várias cidades do mundo, nomeadamente em Lisboa e Porto em Portugal, gerou polémica em tempos pré-pandémicos, devido ao número excessivo de turistas e aos efeitos antecipados desta tendência nos habitantes. Esta é uma situação que a COVID-19 mudou dramaticamente, e em 2021 receber os turistas de volta é a prioridade para as cidades em todo o mundo. Alguns sinais de mudança são antecipados quando a recuperação chegar, mas qual é o futuro do turismo em Portugal depois do COVID-19 ? “As cidades que viviam do turismo foram as primeiras a sofrer uma crise sem paralelo, enquanto as ruas ficavam desertas e a economia paralisava por falta de visitantes”, escreve o jornal português Expresso. O artigo cita especialistas que afirmam que nesta fase, cidades que anteriormente dependiam do turismo , como muitas cidades portuguesas, não devem perder de vista os objetivos de sustentabilidade e começar a planear estratégias mais adequadas para o momento de recuperação, corrigindo os excessos cometidos no passado. Segundo Eduardo Abreu, sócio da Neoturis, empresa de consultoria nacional que aposta no turismo, “a questão do excesso de aglomeração em alguns destinos turísticos em Portugal já estava na ordem do dia antes da pandemia, o que pode ter acelerado a reflexão sobre o assunto”. Afirmou ainda que os “momentos disruptivos” como os que Portugal e muitos países estão a atravessar “conduzem à reflexão sobre as estratégias de desenvolvimento futuro, nomeadamente aquelas que vão ao encontro das necessidades de um turismo mais sustentável a longo prazo”. As coisas estão bem e verdadeiramente invertidas, e muitas cidades em todo o mundo que há um ano estavam a ser dominadas pelo turismo querem agora o turismo de volta, mas não é só em Portugal. O que as cidades estão a pensar em mudar no futuro num mundo pós-COVID-19 no que diz respeito ao turismo? E qual é o futuro do turismo em Portugal ? A recuperação nas cidades após a pandemia do coronavírus deve ser mais lenta do que em outros destinos, mesmo com a chegada da vacina, mas alguns sinais estão a ser dados para indicar mudança. Estes são alguns dos passos que as cidades europeias pretendem dar num futuro próximo, segundo a publicação Expresso: A cidade italiana de Veneza terá taxas de entrada para visitantes diários que não se hospedarem em hotéis a partir de 2022; Lisboa só vai receber cruzeiros (navios turísticos) atracados com eletricidade a partir do final de 2021, na sequência de um protocolo assinado este verão entre a Câmara Municipal e o porto de Lisboa; O Porto vai reforçar as ciclovias da cidade para dispersar o trânsito e está a preparar as medidas para o próximo ano – deverão ser apresentadas em Janeiro ou Fevereiro de 2021. Segundo o Expresso, melhorar a mobilidade e incentivar a utilização do transporte público em vez do automóvel próprio é uma das os objetivos do município; A cidade espanhola de Barcelona mantém seu regulamento de que não podem ser abertos novos hotéis, e a preocupação em um cenário pós-pandêmico é não ter hotéis vazios na cidade. Como vai ser quando acabar a pandemia em Portugal? Esperam-se tempos difíceis pelo menos até à primavera de 2021, altura em que se prevê alguma recuperação do turismo em Portugal. Segundo Eduardo Abreu, “ninguém está a acelarar as restrições do COVID-19. Tudo muito focado em chegar aos meses de março e abril e atrair turistas, com a vacina chegando ao mercado e ganhar um pouco de normalidade”, afirma. Nos casos de Lisboa e do Porto, “cidades onde a questão do ‘excesso’ de turistas tem sido evidente”, a principal prioridade na agenda dos decisores públicos e empresários é “ recuperar o fluxo de turistas perdidos ”. Estas são, segundo a Neoturis, algumas tendências que estão a ser aceleradas pela pandemia em Portugal e que podem melhorar as situações de sobrelotação de turistas concentrados em pontos específicos das cidades. As medidas incluem a desconcentração da oferta habitacional dos centros históricos para as zonas periféricas, o aumento do investimento em espaços públicos e espaços exteriores, uma melhor gestão do número de visitantes nos atrativos turísticos e uma maior aposta na atracção de turistas nacionais nas cidades portuguesas para promoção do turismo em Portugal . Ver artigo original.
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3º melhor ano de sempre | Jornal de Negócios

Artigo Jornal de Negócios | 31 Dezembro 2020

JLL: Investimento imobiliário cai em 2020 mas deverá ser o terceiro melhor ano de sempre

O investimento imobiliário no ano de 2020 deverá ultrapassar os 26 mil milhões de euros, de acordo com as estimativas da JLL. Valores que representa uma queda de 20% face ao recorde de 2019.

A JLL estima que em 2020 terão sido investidos 2,6 mil milhões de euros em imobiliário comercial e outros 24 mil milhões de euros em compra de habitação em Portugal, o que deverá constituir o terceiro melhor ano para este mercado.

A imobiliária considera que este foi “um setor bastante resiliente no contexto da crise pandémica”, apontando estabilidade dos preços e das rendas na maioria dos segmentos, assim como um volume de transações elevado.

“O ano começou a todo o gás nos diferentes segmentos do mercado e, não fosse a proliferação da covid-19, 2020 teria sido o melhor ano de sempre para este setor, quebrando novos recordes”, afirma o diretor geral da JLL, Pedro Lancastre. “Depois de um 2º trimestre de pânico num quadro de absoluto desconhecimento, o 3º trimestre foi trazendo normalidade ao setor, com as transações a acontecerem, e o 4º trimestre foi já marcado por uma maior confiança e o regresso de muitos investidores ao ativo, também porque a vacina deixou de ser uma miragem para passar a ser uma realidade”, acrescenta.

O responsável de Mercados de Capitais na JLL, Fernando Ferreira, salienta que o capital local, proveniente dos fundos de investimento imobiliário abertos e dos fundos de pensões, “esteve bastante mais ativo” e aponta que os escritórios foram um dos ativos mais apetecíveis”. Já o retalho “sofreu maior escrutínio” por parte dos investidores, devido ao impacto da pandemia na livre circulação dos consumidores, o que provocou uma quebra no desempenho de muitos ativos deste segmento, especialmente no que respeita os centros comerciais, lê-se ainda no comunicado enviado às redações.

No que toca ao mercado residencial e também ao de indústria e logística, regista-se “uma forte procura”, que é acompanhada de uma “falta de produto”.

Em 2019 foram transacionados 3,240 mil milhões de euros em imobiliário comercial e 25,1 mil milhões de euros em residencial, o que significa que em 2020 espera-se uma quebra de cerca de 20% face ao ano anterior. Já em 2018 foram transacionados 3,356 mil milhões de euros em imobiliário comercial e 24,1 mil milhões de euros em residencial.

Portugal mantém ribalta em 2021

A mesma imobiliária mostra-se otimista quanto ao desempenho do mercado português no próximo ano, afirmando que o país mantém “os seus atrativos intactos”, depois de sair “bem posicionado” da pandemia face a outros congéneres europeus.

Ainda assim, a JLL aproveita para assinalar alguns travões ao crescimento que já habitavam este mercado antes de a pandemia o invadir. A imobiliária defende que é necessário resolver os atrasos nos processos de licenciamento e rever a estratégia para os Vistos Gold, “que podem voltar a ser um catalisador importante para a retoma económica do país”.

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Convento do Carmo – Expresso Economia

Artigo Expresso Economia | 09 Novembro 2020

 

Fortera transforma Convento do Carmo em apartamentos

Investimento soma 10 milhões de euros

O grupo Fortera vai transformar o Convento do Carmo, em Braga num complexo com 70 apartamentos a que junta alguns serviços, num investimento de €10 milhões. As obras no convento, fundado em 1564, arrancam no próximo ano, devendo estar concluídas em 2023, anunciou o grupo esta segunda-feira. Localizado em zona ARU, a poucos passos do mercado de Braga, no centro histórico da cidade, o projeto inclui, também, bar, piscina, restaurante, ginásio, salão e espaços exteriores. 
Será uma nova vida para um espaço que nasceu como convento, mas também já foi hospital militar, colégio e espaço de lazer e recreação. E o objetivo do grupo Fortera é “preservar a magia do lugar”, diz o seu presidente executivo, Elad Dror.

O Grupo Fortera, especializado no segmento de luxo, anunciou um investimento global de €250 milhões em pipeline, que inclui o empreendimento Skyline, em Vila Nova de Gaia, uma obra de €100 milhões com assinatura do arquiteto Souto Moura. Nos últimos quatro anos, a empresa concluiu 9 projetos imobiliários em Gaia, Porto e Espinho, correspondentes a investimento de €21 milhões, sendo que em 2019 o valor investido em aquisições totalizou €45 milhões.

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